Movimentos Pagãos Modernos ou Neopaganismo

     O paganismo não é nada novo, temos registrado na Palavra de Deus diversos relatos de povos e culturas que de tempos em tempos se desviam dos caminhos designados por Deus, negando Sua divindade e adorando deuses de origem humana e assumindo costumes contrários a vontade de Deus “E deixaram ao SENHOR Deus de seus pais, que os tirara da terra do Egito, e foram-se após outros deuses, dentre os deuses dos povos, que havia ao redor deles, e adoraram a eles; e provocaram o SENHOR à ira.”  (Juízes 2 : 12).

    Atitudes como estas ainda são presentes nas subculturas contemporâneas. Elas estão “maquiadas” de movimentos, mas se olharmos mais de perto percebemos muita similaridade nas mesmas atitudes dos povos antigos pagãos. Hoje esses movimentos tem como grande influência a música, esta é responsável, junto à mídia, pela disseminação rápida e global desses movimentos. A pedidos, aqui comento três desses movimentos…

Góticos
    A cultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma cultura contemporânea presente em muitos países. Teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A cultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o presente (darkwave/gothic rock, ebm, industrial, etc.), estética (visual, “moda”, vestuário, etc) com maquiagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa “bagagem” filosófica e literária. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se em vários estilos de vestuário, desde death rock, punk, renascentista e vitoriano, ou combinações dos anteriores,essencialmente baseados no negro, muitas vezes com adições coloridas e cheias de acessórios baseadas em filmes futuristas no caso dos cyber goths.
Emos
    Dentre as várias versões que tentam explicar a origem do termo emo a mais aceita é a de a origem do nome veio de publicações como fanzine Maximum RocknRoll e de Skate Thrasher para descrever a nova geração de bandas de “hardcore emocional” que surgia no meio dos anos 80, encabeçada por bandas da gravadora Dischord de Washington DC. Porém, nenhuma das bandas que deram origem ao estilo, aceitam o rótulo de emo.

    Aqui no Brasil , os emos emergiram em 2003 sob a influência norte-americana, inicialmente em São Paulo e porteriormente para outras capitais do Sul e do Sudeste. As caracteristicas mais marcantes do Emo são a aparência onde geralmente usam trajes pretos, trajes listrados, Mad Rats (sapatos parecidos com All-Stars), cabelos coloridos e franjas caídas sobre os olhos. Eles gostam e músicas com som pesado de punk rock com letras que falam do sentimentos e emoções, como as bandas NXZero, Simple Plan, Blink 182, etc.

As novas “modas” subculturais
    Jávou dizendo que movimentos como Gótico e Emo original já é coisa do passado. Existem novos movimentos (pós-emo) de características parecidas ou não, mas que levam a mesma carga de influência pagã com o melhor (na verdade O PIOR) que a cultura pós-moderna pode dar.

    Os coloridos, por exemplo, adolescentes fãs do estilo musical conhecido como Happy Rock (que de rock não tem nada), estilo nascido nos EUA como Power Pop onde os participantes dos grupos não têm a menor vergonha de assumir o que são. No Brasil essas bandas se multiplicam a cada semana e com o auxílio das mídias de massa, a internet e a TV (principalmente a MTV). Estão ganhando seguidores entre jovens e adolescentes dos variados grupos econômicos.

    Na maioria dos casos, esses adolescentes e jovens vêm de uma má formação familiar ou simplesmente falta de comunicação e educação familiar. Isso têm gerado uma moda onde hétero é coisa do passado, a tendência agora é simplesmente não assumir ou não se encaixar em nenhuma sexualidade.

    A igreja não pode ficar apenas “olhando a banda passar” e cruzar os braços enquanto essa geração padece no pecado. Precisamos sim, arregaçar as mangas e trabalhar estratégias para reparar essa enfermidade cultural pecaminosa, investindo também na estrutura da instituição familiar para que as próximas gerações não sejam tão vulneráveis a esses ataques de influência pagã.

    Esta geração necessita urgentemente de Deus e para isso, nós, servos de Deus, temos que nos equipar em oração, devoção e conhecimento da Palavra para livrar muitos da perdição do pecado e morte eterna. “Toda Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça.” (II Timóteo 3. 16).

Soli Deo Gloria

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