Pecando de graça

Após um gigantesco bate papo num grupo de amigos em uma rede social a qual postei uma piada sarcástica que no final trazia a mensagem de 1 Coríntios 6.12: Tudo me é permitido, mas nem tudo me Convém. Deu início então uma discussão a respeito de graça, pecado, sacrifício, liberal, legalista e radical. Cada um desses temas vinham acompanhados de defensores e atacantes e diferentes pontos de vista.

Em sua  última mensagem em culto dominical, o pastor Ricardo Borges iniciou sua reflexão bíblica partindo do seguinte texto:

“Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima.” [1 Coríntios: 15. 19]

Acontece que a maioria de nossos debates a respeito dos temas citados no primeiro parágrafo são tão rasos quanto uma fina poça d’água. Ficamos tentando colocar os princípios ensinados e vividos por Cristo dentro do nosso mundinho que é cheio de abominações. No meio da discussão escrevi que o nosso problema é ficar tentando adaptar a Bíblia ao nosso tempo quando, na verdade, na Palavra há princípios atemporais e inegociáveis a qual NÓS é que devemos nos adaptar.

Muitos tentam criar subterfúgios baseados em textos fora do seu contexto para defender-se de alguma prática não condizente à Palavra de Deus. Isto não é novidade, pois a muito tempo que homens tentam usar sua criatividade na tentativa de “ludibriar” o contexto bíblico. Até podem perguntar se nossos “meros pecados” desqualificam o sacrifício de Cristo. A resposta é: Não! Porém o sacrifício de Cristo deve nos levar a uma vida sacrificial, onde buscamos evitar tudo aquilo que é pecado. O ministério da reconciliação aponta sacrifício bilateral e não o sacrifício judaico que servia de álibi para pecar mais. Foi para responder questões como esta, que Paulo escreve assim em sua carta aos romanos…

“Que diremos, então? Permaneceremos no pecado para que a graça se destaque? De modo nenhum. Nós, que morremos para o pecado, como ainda viveremos nele? Ou ignorais que todos nós, que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na sua morte? Portanto, fomos sepultados com ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida.” [Romanos 6.1-4]

{Biblifique-se}

Soli Deo Gloria

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