A INDOLÊNCIA DO INSTANTÃNEO

Vivemos em tempos em que a tecnologia traz recursos que deveriam facilitar a vida. Uma dessas “facilidades” é a possibilidade de permanecer todo o tempo conectado a TUDO e também a TODOS. Mas será que realmente estamos ligados uns aos outros?

Descobri que até hoje participo de um pouco mais de 6 dezenas de grupos de WhatsApp. Isso mesmo! 60 grupos incluindo: ministérios, família, amigos ou assuntos variados. Desse modo me considero um “especialista” em grupos de WhatsApp! Hahaha E, participando desses grupos tenho concluído a respeito da INDOLÊNCIA DO INSTANTÂNEO. Acredito que o excesso de imediatismo têm nos levado a este sentimento, ou melhor, falta sentimento coletivo por conta do instantâneo.

Está escrito em Romanos 15:2: “Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação.” Será que temos praticado esse conselho de Paulo nas redes sociais? Porque tenho percebido uma “ruma” de argumentos instantâneos que geram interpretações instantâneas e, consequentemente crises instantâneas, levando a muitos debates desnecessários que muitas vezes não edificam.

Nós estamos perdendo a sensibilidade pelo outro. Principalmente nos grupos, em que são diversos “tipos de outros”! Chegamos ao ponto do uso de agressividade em palavras quando nossa opinião não é bem recebida.

Paulo ainda disse:

“Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança. Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” (Rm 15:4-6)

Façamos bom uso das facilidades tecnológicas. Sejamos pacientes com todos e que nossas palavras digitadas sejam para edificação e, desse modo, glorificar a Deus!

Soli Amori Christi

Minha Vida é um Link Aberto

Feat Rebecka Rabelo

Em uma divertida conversa no campus do Seminário, ouvi de minha amiga Rebecka a seguinte frase ao meu respeito: “Minha vida é um link aberto”. Quando comentávamos sobre o uso do Facebook e Twitter para expressar nossos pensamentos e o que andamos fazendo. Foi daí que me veio a ideia de escrever algo sobre os blogs, sites de relacionamento e mini blogs que levam muitos a mostrarem quem são, quando na realidade não são!

Quando penso no texto: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” (I João 1: 9). Começo a refletir o quanto devemos ser diretos ao nosso Deus, quando o assunto é confissão. Infelizmente o que acontece em muitas de nossas orações é dizer para Deus o mesmo que escrevemos na internet, ou seja, orações curtas que na realidade não diz quem verdadeiramente somos!

Outra característica que nos envergonha é acompanhar um monte de gente que se diz evangélica que simplesmente não expressa nenhuma proposta daquilo que dizem ser. Neste caso, perde-se uma grande oportunidade de evangelizar através da grande rede. E quando deveriam ficar calados, acabam falando besteira. Está escrito: “O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que abre muito os seus lábios se destrói.” (Provérbios 13: 3).

“Qualquer que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus está nele, e ele em Deus.” (I João 4: 15)

Lembre-se: para Deus verdadeiramente devemos SER!!!

Soli Deo Gloria