O que aprendi com esta Copa

(Algumas coisas gostaria de esquecer)

Profissionalismo ganha da malandragem (7X1)!

É possível desenvolver projetos sociais relevantes durante o mundial, algo que o Brasil, gastando bilhões, não soube fazer;

É comum debates de cunho esportivo durante o evento e muitos até tem boa base, porém neste mundial surgiram muitos debates políticos sem o menor conhecimento;

Ter opinião formada pode ser o fim de amizades;

Não importa se o time está perdendo quando a câmera te filma é só alegria;

Não adianta muito ter o melhor do mundo em um time de baixa qualidade;

Jogadores que confessam ser evangélicos pronunciam palavras que, com certeza, não estão na Bíblia;

É possível não jogar nada e ainda permanecer como titular da seleção;

A seleção brasileira fez historia neste mundial (7X1);

Patriotismo não é somente uma camisa verde e amarela;

Nosso povo sabe rir do drama;

A maioria dos turistas conheceu um Brasil que nem os brasileiros conhecem;

O esquema de segurança do mundial mostrou que o país tem condições de investir em segurança, só que não acontece em “dias comuns”;

É possível fazer uma abertura ridícula com participação musical na base de playback;

Na “festa” de encerramento até polícia ambiental marcou presença, seria para coibir o tráfico de Fulecos?

Toda festividade no Brasil vira carnaval, ou seja, regada a muita bebida e sexo;

Há locutores esportivos vivendo demais;

Hospitais e escolas são benéficos à população e não “vitrine” para o mundo;

E você, o que aprendeu?

Inteligência Emocional

Uma das desculpas que ouvi com a derrota da seleção brasileira no mundial da Copa do Mundo foi que faltou inteligência emocional. Pois é, a falta dessa inteligência, ou como costuma dizer o comentarista Paulo Bonfá: “a desinteligência”, caracteriza, então alguma forma de burrice?

Que fique bem claro que não estou chamando os jogadores de burros, nem muito menos o técnico da seleção canarinho. Mas quando se fala que faltou algo e neste caso é um tipo de conhecimento, então se conclui que realmente esta delegação brasileira está desprovida!

A derrota para a Alemanha por 7 gols contra um mísero gol sem honra do Brasil aponta o que muitos consideram a vitória do profissionalismo contra a malandragem. Não sou comentarista esportivo, mas desde o primeiro jogo, onde o famoso jogador invisível descola um pênalti com uma atuação hipócrita de falta, os jogadores brasileiros fazem escola de malandragem.

O Neymar, tão pressionado pela crítica para brilhar no mundial, foi descontinuado por lesão de uma jogada maliciosa do oponente. Coitado do Neymar… e não seria ele de igual modo cheio de malandragem e famoso por cair tanto?

Quero dizer que falta sim inteligência emocional no povo brasileiro!

Que muitos daqueles que outrora protestaram dizendo que “não é pelos 20 centavos”, conseguiram sacar de suas carteiras centenas de reais para assistir a uma partida de futebol. Sinto muito pelo trabalhador que pagou metade de seu trabalho de um mês para ver a seleção ser humilhada!

Espero que nosso povo acorde de um sonho que se tornou pesadelo. Espero que além de inteligência emocional, o brasileiro adquira também memória e vergonha de viver em meio a todas essas contradições políticas que se refletem na sociedade.

Espero que meu povo chore pela desigualdade social, pela prostituição infantil, pelo tráfico de drogas lícitas, pela desgraça que a pornografia causa, pelos desvios de verba e pela condição desumana de milhões de brasileiros torcedores!

E que o meu povo se alegre e se emocione com conquistas reais!!!

Diz a Palavra de Deus em aliança com Salomão

Se eu cerrar os céus de modo que não haja chuva, ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra, ou se enviar a peste entre o meu povo; se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra. Estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar. [2 Crônicas 7.13-15]

Soli Deo Gloria